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Monday, July 08, 2019

COMEÇANDO A COLOCAR O MEU RAMO DE COMUNICAÇÕES EM GERAL, EM ATIVIDADE PARA TENTAR REENCONTRAR MAHRTA

O computador de registros dos Águias da Colina, havia dado um problema e estava fora de atividade e por isso eu ainda não estava pesquisando o nada no ramo das comunicações, para reencontrar pelo menos o telefone da Mahrta. Reencontrei o telefone que eu entrei em contato com ela, a dez anos atrás quando eu e ela já estavamos namorando outra pessoa, e ficamos apenas como grandes amigos. 
Mas o que eu tenho sentido por ela nos ultimos dias, é a mesma coisa que eu sentia por Michelle, aos 25 anos de idade. Mas ciente de que eu e Mahrta só podemos ser namorados, só voltamos se ela estiver como eu atualmente. Sem nenhum namorado (a). 
E eu gosto muito da Mahrta!
Praticamente posso dizer que sempre amei ela... 
Mas só vou voltar a namorar com ela se ela quiser e também se ela estiver solteira novamente? Ai sim nos voltamos o nosso namoro a dar continuação ao que nos foi impedido quando tinhamos apenas 15 anos de idade.
E eu consertei o computador de registros e se for preciso eu vou contatctar, os meus colegas PX virtuais, que tem acesso direto a Anatel e dar o endereço completo e número do telefone, para saber se é ela que ainda reside no mesmo apartamento em que conheci, e toquei violão um dia inteiro para ela. Sendo que naquela época eu estava apenas no inicio dos meus estudos com violão: E atualmente além do instrumendo que ela me ouviu tocar para ela, eu também toco teclado eletrônico, piano acústico e guitarra elétrica no ministério de louvor da minha igreja.
Mas também toco todas as músicas que eu toquei para ela apenas com quatro acordes, de iniciantes de violão. Agora todas elas usandos sustenidos, bemóls, nonas e tecnicas. Por isso se eu voltasse para ela teria o grande prazer de tocar todas músicas que tocamos naquele dia, com acordes mais completos.
Saudades da Mahrta!!!


Friday, February 01, 2019

CONTINUALÇÃO DO E.N.S.F (O LIVRO)



  
Devido a um coma que havia me separado de Michelle em agosto de 1989. Apagando ela completamente da minha mente, a partir da data citada acima; Michelle deixou de existir para mim por quase 20 anos. Quando tive alta em outubro de 1989 os colegas de escola passaram a ter muito preconceito, devido a uma sequela que ficou. E ainda na Escola Nossa Senhora de Fátima eu cheguei a me apaixonar novamente por outra menina que tomou o lugar da Michelle, mas que o amor que sentia por Beatriz (Bia). Eu não sabia, mas estava pondo em prática todo o amor e carinho que Michelle é que havia me ensinado aos 5 anos de idade em 1986, a ter com toda menina. Só que devido ao ocorrido comigo, Beatriz nem olhava para mim. E eu ainda sofria com as calúnias do irmão dela André (Cebolinha) e os amigos dele, que devido a espalharem essas calúnias. Até a atualidade ainda existem poucas, mas ainda existem preconceituosos por causa da sequela, mas que atualmente está praticamente curada perto do que acontecia comigo quando me apaixonei por Bia.
Mesmo com todos esses preconceitos e calúnias eu ainda fiquei 2 anos apaixonado por Bia, sem ela nunca nem ao menos olhar parar mim. E por isso para não sofrer mais dei uma pausa no amor que Michelle havia me ensinado, e fiquei sem gostar de nenhuma menina desde o final de 1990 até 1995. Quando já tinha mudado de Escola devido a preconceito da diretora, por culpa do irmão de Beatriz. Mas somente em 1995 em voltei colocar em prática o amor e carinho para dar as meninas.
Que foi quando eu comecei a cursar a 4ª Série, no Curso Toneleiros situado a Rua Diniz Cordeiro também em Botafogo. E foi quando eu conheci Ingrid e ela não era preconceituosa e por isso estávamos começando a nos apaixonar um pelo outro, mas só conversávamos na saída enquanto esperávamos o meu avô e a minha mãe chegarem de carro, para levar a minha irmã Thamyres, que havia nascido no dia 30/10/1989 e que agora estava cursando o jardim de infância do Curso Toneleiros aos 5 anos, enquanto eu estudava de manhã na 4ª Série, que foi onde eu conheci e passei a me apaixonar pela Ingrid e ela por mim. E quanto Thamy entrava aos 5 anos eu saia aos 14 anos. E Ingrid também ia com os pais dela também de carro, até porque eles vinham de longe e por isso eu sempre saia primeiro. Mas somente enquanto ficávamos esperando nós podíamos namorar escondidos da Tia Norma (Diretora da escola e nossa professora). Nós não podíamos namorar em sala de aula como eu e Michelle havíamos feito no passado no C.A (Classe de Alfabetização), primeiro porque no Curso Toneleiros não existiam carteiras de dois lugares e eu e Ingrid estudávamos afastados um do outro ela estudava perto do piano da nossa professora e eu no corredor embaixo das escadas no corredor, segundo porque eu nem sabia que; e como tinha namorado Michelle em 1986 e terceiro porque a nossa professora e toda a diretoria do Curso eram muito mais rigorosos do que Dna. Edna? E se nos pegassem namorando ali principalmente em sala de aula, seria punição seria mais severa para eu e Ingrid.  E por nisso eu e ela só namorávamos escondidos das nossas professoras e diretoras na hora da saída, não tínhamos o mesmo tempo e liberdade que eu e Michelle havíamos tido em 1986. Até porque nós ali estávamos na 4ª Série do 1º Grau. Ou seja os nossos eram mais sérios do que na época do C.A.
E quando o meu avô chegava com o carro dava para perceber que ela já me avisava, com um pouco de tristeza na voz: Que o meu avô e a minha mãe haviam chegado a escola para levar a minha irmã Thamy, e me levar para casa depois de mais um dia de aula. E quando eu saia eu sempre deixava na escola a Thamy minha irmã, que muitas vezes eu apresentei ela a Ingrid apenas como minha amiga. Coisa que só agora é que elas vão ficar sabendo através deste, o meu verdadeiro relacionamento com a Ingrid na a 4ª Série. Mas até hoje eu acho que elas nunca se comunicaram ou não tiveram tempo de se comunicar entre si, porque logo em seguida de eu ter vindo embora Ingrid também ia embora ficando somente a minha irmã Thamy sozinha na escola.
Agora o que eu dizia que Michelle nunca havia me visto até hoje tocar nenhum dos meus instrumentos. Ingrid chegou a me ver tocar o meu teclado MC-55 de 4 oitavas, em duas aulas de religião que nós tínhamos todas as quartas-feiras. Cujo uma vez em que os preconceituosos tentaram se juntar contra o instrumento porque, na aula anterior as pilhas descarregaram na hora de tocar na aula de religião. Só que o único músico estudado e que conhecia o instrumento, que tinha naquela aula era somente eu. Nem as nossas professoras que também tocavam piano não conheciam o funcionamento do MC-55. Por isso como na época eu era muito vingativo ainda, por isso eu na próxima aula de religião levei o teclado eletrônico novamente. Levei as mesmas pilhas descarregadas, mas também levei o adaptador (ZINETTI) de A.C, para ligar ele a energia elétrica e fazer o instrumento funcionar perfeitamente. E nesse dia quando eu e Ingrid estávamos ainda separados pelas salas de aula, os alunos tentaram mexer e colocar preconceito sobre o teclado eletrônico, mas eu já estava com o adaptador preparado. Eu fingi estar sendo abalado e do nada dei um “tranco” no MC-55 a base da energia elétrica, assim fazendo o instrumento perfeitamente. Calando a boca de todos e deixando alguns até sem saber o que falar: Me perguntando como eu havia conseguido fazer ele tocar? E outros sem conseguir falar nada. Principalmente quando fui premiado 2 vezes como um adolescente por ter feito uma excelente redação e por ter levado e tocado o teclado na escola. E eles receber no máximo apenas um lápis e olhe lá?
Depois no segundo semestre um dia a mandaram somente a mensalidade escolar da Thamy, mas não mandaram a minha. E quando minha mãe foi lembrar da minha mensalidade foi quando ficamos sabendo que a minha idade não era mais permitida no Curso Toneleiros! O máximo daquela escola ia até aos 13 anos de idade e eu já estava com 14 anos. Foi quando procuramos com uma amiga nossa saber de uma escola inclusive, para pessoas com problemas na minha faixa de idade. E na mesma semana eu posso dizer que a minha despedida da Ingrid, ocorreu de forma oculta. Através de um grande abraço que eu e ela demos na saída da escola. Cujo ocorreu uma semana antes de eu mudar para a outra escola em Rio Comprido.
E quando entrei para a escola especializada Instituto Henri Wallon logo de cara Martha que tinha a mesma idade que eu (14 anos) é que se apaixonou por mim. Enquanto nos conhecíamos na saída enquanto ainda não tinha ninguém para abrir a escola, assim como também fiz amizade com muitos outros alunos sem nenhum tipo de preconceito. Mas não posso dizer que foi amor à primeira vista, da minha parte porque eu ainda demorei uma semana para esquecer Ingrid. E não posso dizer que foi amor à primeira vista da minha parte porque não foi nada disso que aconteceu, até porque eu ainda tinha o telefone cujo foi a única coisa que me conformou que a partir daquele dia nós seriamos apenas amigos. E que já tinha uma menina se interessando por mim logo no meu primeiro dia de aula no Instituto Henri Wallon em Rio Comprido. E foi quando eu comecei a chegar mais perto da Martha. E começamos a conversar recebendo muitos elogios de paquera da Martha e foi quando eu aproveitei que já tinha uma semana, e aproveitando os elogios vendo que ela realmente estava gostando de mim de forma bastante visível. O contrário de Michelle e Ingrid, o nosso silêncio ocultava o amor que sentíamos um pelo outro. Ali no Intituto Henri Wallon ela comentava com as amigas mais próximas que realmente estava gostando de mim. E aproveitando eu fiquei com ela de vez quando vi que ela estava sendo bastante sincera. Começamos um namoro juntos também no Instituto Henri Wallon em Rio Comprido. Só que Martha morava em um condomínio na Barra da Tijuca, e era mais perto para ela ir para a escola. No dia 3 de Março eu não estava nada bem e por isso não havia ido a escola, mas meu pai havia passado lá para pagar a mensalidade. E praticamente no mesmo horário em que ele, passou na minha escola para efetuar o pagamento da mesma. Eu também me levantei da cama mesmo no estado em que eu estava e quando olhei a TV estava dando que o avião Learjet de porte médio dos Mamonas Assassinas havia caido, naquela madrugada e eu fiquei arrasado e só pensando como estaria a Martha? Porque ela era apaixonada por todos os integrantes daquela banda, assim como toda o Instituto Henri Wallon era apaixonado pela banda Mamonas Assassinas. E poucas horas depois o meu pai ligara para casa, e quando eu atendi ele me falara que quando entrou na mesma para efetuar o pagamento a Dna Dina. A escola inteira estava cantando varias músicas da banda. E quando chegara a noite terminou de concluir que principalmente as meninas, cantavam chorando de tristeza pela morte dos mamonas. Foi quando eu imaginei o estado em que iria encontrar a Martha no dia seguinte quando voltasse a escola? 
E foi dito e feito: No dia seguinte eu ainda a encontrei chorando em sala de aula, foi justamente como eu já divulgara na postagem anterior.

Saturday, January 19, 2019

Relenbrando e desejando FELIZ ANIVERSÁRIO, para a menina que tirou o preconceito da minha vida.

Estou impressionado agora com uma coisa que aconteceu hoje:
Hoje nas lembranças de infância e adolescência, em um desses canais vi um vídeo dos Mamonas Assassinas. Cujos sempre que vejo, me lembro que uma semana muito triste que tive na minha adolescência. Não por mim mas por causa de ver uma das minhas ex-namoradas sofrer durante toda aquela semana.
Mas isso não vem ao caso agora!
O negócio foi que eu começei a relembrar e a falar dela aqui em casa simplesmente do nada. E fiquei caçando um lugar onde eu teria registrado o sobrenome dela? Em todas as minhas antigas agendas escolares de 1996, em cadernos de registros em tudo. Não achei o sobrenome dela ainda, porque provavélmente não registrei, em nenhuma agenda escolar ou cadernos de registros?
Até que me lembrei que ela também foi registrada no arquivo "AGENDA" no computador que rodava somente em DOS. E que agora foi convertido para Windows 10 no bloco de notas da unidade de registros dos Águias. Liguei somente os registros e fiquei caçando o nome dela e nisso. Depois que liguei o principal achei a data do aniversário dela no outro computador. E até então não havia olhado nenhum calendário? Mas o principal precisou ser atualizado, por causa do tempo que esteve desligado. E nisso eu olhei a data e hora nos registros. E foi quando fiquei impressionado e vi que o que estava me fazendo pensar tanto na Martha?
Hoje é aniversário dela e para eu ter ficado desse jeito, ou ela esteve falando em mim. Que também me fez ficar ligado nela o dia inteiro nem peguei nenhum dos instrumentos.
Mas eu só quero que ela seja feliz, porque ela foi uma que ambos terminamos numa boa e ambos sabendo o motivo da separação. E nunca brigamos nem na escola e nem pelo telefone e nem quando estive no apartamento dela na Tijuca.
Que Deus abençõe muito essa menina que me ajudou inclusive a valorizar pessoas com problemas mais sérios ainda. Porque até conhecer ela em 1996 eu tinha muito preconceito com quem, tinha algum problema de saúde. Por isso naquele ano mesmo, durante uma aula coletiva de música. Eu estava tocando o violão da nossa professora. Quando de repente uma das meninas da nossa sala, que também tinha epilepsia mais séria que a minha tanto que ela nunca teve áurea de suas convulções. Que eram mais fortes que as minhas da década de 96 (fortes mais frequentes). Ela simplesmente já caiu no chão, desmaiada e se debatendo toda na nossa frente.
Por causa da Martha me ensinar a dar valor a essas pessoas, e ajudar sempre que ocorresse alguma coisa. Eu por muito pouco não quebrei o violão da nosso professora, por que foi só o tempo de jogar ele no chão de qualquer jeito, para segurar a cabeça da menina, para não causar nenhuma fatalidade? E Nazareno e Sallin me ajudaram segurando ela pelas pernas e eu pelos braços mantendo a cabeça dela protegida. Colocamos Karina se debatendo toda, no sofá onde todos estavam sentados. Martha como era muito sensivél, começou a chorar direto porque era uma das melhores amigas dela que estava desacordada passando mal. Ficamos protegendo ela até quando os meus amigos Nazareno e Sallin. Foram correndo falar para a diretora chamar os pais dela, porque continuava passando mal. Enquanto eu fiquei por causa da Martha, que havia entrado em desespero. Pois não havia mais riscos de Karina se machucar. Até quando fui liberado pela professora de música, que ficou no meu lugar tomando conta da Karina. E me encontrei com os meus amigos na biblioteca da escola. E todos nós voltamos para um banco que havia em frente a secretaria. Para aguardar os mais dela chegarem!
Karina acordou mas muito fraquinha, e com a ajuda da professora e das outras meninas foram para junto de nós. E lá junto de nós observei que Martha ainda permanecia chorando, devido a Karina estar muito fraca e por isso ela só esteve aguardando o pai e a mãe dela chegarem de carro para levar ela para casa. E fiquei junto dela dando todo o apoio que eu havia aprendido com a Martha a dar, sempre que ela passe mal. E fomos para os bancos do lado de fora da escola, para esperar os pais dela em um local onde ela poderia respirar um pouco melhor o de fora da escola. 
Em seguida o pai dela chegou dirigindo e foram direto para a secretaria, obter as informações que Sallin e Nazareno haviam passado para a diretora da escola. E por isso demoraram todos os três dentro da secretária. E por isso eu fiquei novamente com a Martha consolando, e falando que já estava tudo bem e que a Karina já ia recuperar as forças em breve. E para acalmar a Martha eu fiquei de mãos dadas com ela no banco, e pedindo para ela se acalmar. Mas ela só se acalmou quando a Karina saiu com os pais dela bem melhor do que antes. Mas foram embora para casa e como já estava na hora da saida, eu e Martha e os outros alunos do 1º Apoio, voltamos em sala de aula somente para guardar o nosso material e voltar para a portaria da escola, para aguardarmos os nossos pais chegarem para nos buscarem. No meu caso eu só estava aguardando o meu avô chegar em lá em Rio Comprido com a minha mãe para me pegar de carro também, depois de deixar a minha irmã na Escola Vitória na Rua Diniz Cordeiro em Botafogo. E o meu avô sempre foi pontual, porque depois de levar Thamy para o Jardim, era só pegar o retorno da rua Real Grandeza,  e ir para Institudo Henri Wallon em Rio Comprido depois do Tunél Rebouças. Assim ficava a ida da Thamy e a minha saída uma coisa só e por isso tornava o meu avô sempre pontual. 
E quando minha mãe chegou ao portão da escola eu só pedi para Martha continuar se acalmando, e que eu ia ver ela no dia seguinte. 
Neste mesmo blog eu falo sobre a Michelle que foi a menina que me ensinou o que era se apaixonar, e hoje estou falando sobre a Martha, uma menina que conheci na minha adolescência, aos 15 anos de idade na escola citada acima 10 anos depois que havia conhecido e a vida me separado da Michelle. Com a Martha foi bem diferente:
Ela era linda e meiga como a Michelle do mesmo jeito!
Mas enquanto estava com Martha ai é que eu não me lembrava de forma alguma da Michelle. Mas eu devo todo amor que sempre dei para a Martha por quase 15 anos, a Michelle ter me ensinado a amar uma menina e cuidar delas. Mas devido ao coma a ter apagado da minha mente por isso eu não sabia, e nem FAZIA idéia de que todo aquele amor e carinho que eu sentia por Martha. Tudo havia vindo da Michelle nos anos 1986, 1987, 1988 e 1989 até Junho, porque o coma ocorreu em Agosto de 1989.
Outras duas meninas também me disputavam com a Martha no 1º Apoio em 1996 (dez anos depois de eu conhecer e amar a Michelle por praticamente três anos e meio). Mas o meu coração pertencia somente a Martha. 
E quando eu falo que com a Martha foi tudo muito diferente, é porque foi mesmo! 
Porque eu fiquei amando ela por mais de 15 anos, cheguei a namorar outra menina na outra escola, mas a única que teve o privilégio de deu ir até a casa, a pedido dela e da mãe (minha ex-sogra), e toquei somente para ela em particular nos fundos do apartamento dela, onde ela tinha uma criação de periquitos que eram uma das paixões dela. Já Michelle em 30 anos que eu toco violão, nunca me escutou tocar nenhum dos meus instrumentos. Já a Martha conheceu somente a entrada do violão na minha vida, eu também já tocava teclado cujo modelo era um EK-100X da CCE de 5 oitavas, mas era um instrumento muito valioso para tirar ele de casa principalmente levar para a Barra da Tijuca. Onde até o meu avô e o meu pai permaneceram no carro, tomando conta do nosso 69. E do carro até o prédio onde era o apartamento da Martha, poderiam roubar o EK-100X até porque naquela época eu nem tinha mala de transporte. Ia ter que ser debaixo do braço mesmo! 
Mas Martha também sempre me respeitou e por isso pediu que eu levasse somente o violão, para cantar e tocar para ela. Na época eu ainda não tinha fundos para comprar nenhuma guitarra? 
E na outra escola que eu frequentei depois de alguns dias uma menina se interessou por mim, namoramos mas eu nunca dei os mesmos privilégios que Martha tinha comigo. Nunca conheci a casa delas e as minhas sogras pessoalmente, porque quem estava tomando conta dele de verdade sempre foi a Martha.    
Até a nossa separação foi bem mais tranquila do que a minha da Michelle depois de mais de 15 anos, namorando via telefone.
Foi quando eu conheci uma menina chamada Roberta e ela também se interessou por outro kra pessoalmente. E no nosso ultimo namoro no final falamos, que aquele estava sendo o ultimo porque ela havia conhecido outro kra e eu havia conhecido a Roberta no MI (Mensagem Instantânea) do AOL. E por isso paramos com o nosso namoro, mas nunca paramos a nossa amizade. E ter perdido ela de vista, foi uma separação causada pela Telemar e Embratel quando dos números fixos de 8 digitos, criaram o 3208 e por isso perdi ela vista. 
Mas vou tentar recuperar a nossa amizade que foi desfeita pelas empresas telefônicas. Ainda mais que agora além de músico também sou PX virtual, e opero justamente nesta área onde tenho muitos amigos radioamadores e PX registrados pela Anatel. que podem me passar informações que provavelmente me levarão de volta a minha amizade com a Martha.  
Com a Michelle ocorreu a mesma coisa até eu pesquisar nas listas, e achar o número fixo da mãe dela. E assim depois ela entrou para o meu Orkut e quando o mesmo acabou ela continuou no meu Facebook. E por isso estou voltando a atividade com os PX virtuais inclusive os radioamadores do canal Talkabout Brasil e Talkabout FRS. E vou procurar saber onde e como posso achar ela. E esses meus amigos tem toda permissão de me informar devido a todos serem, radioamadores registrados pela Anatel e Labre. 
O problema é que eu registrei quando a epilepsia que eu tenho estava no auge, e provavelmente não registrei e esqueci o sobrenome dela. O que complicaria um pouco mais as investigações! E talvez seria preciso acrescentar algum Delta particular via PX virtual, para investigar desde o endereço e número de telefone antigo, até o número, endereço e nome e sobrenome da familia. Mas graças a Deus não nenhum caso grave! É apenas insvestigação que eu mesmo aprendi a fazer muitas vezes, mas tem alguns casos que é preciso acresentar reforço. 
Falando assim parece até que estou falando da cassação de um bandido? Mas não! É apenas para eu saber como está, uma das meninas que também foi o amor da minha vida na minha adolescência. E que me ensinou a dar cartão vermelho para o todo tipo de preconceito que eu tinha na época! 
E voltarmos com a nossa amizade comum que a Telemar e Embratel nos separaram, e fizeram perdermos total contato. 
Essas duas meninas tem um grande valor na minha vida! Porque tanto Michelle como Martha me ensinaram coisas muito importantes e que eu levo, em consideração esses ensinamentos delas até hoje colocando em pratica com todo mundo. O que ajudou a eu me tornar uma kra mais simpático.  
Por isso eu apenas desejo que como ontém 19/01/2019 foi aniversário da Martha; que Deus a abençoe ela e toda a família dela, e de muitos anos de vida, saúde, paz, amor e felicidades mil para ela. E eu só tenho a agradecer a Deus por ter colocado essas duas meninas, como importantes lições de vida para mim. 
Atenciosamente:
 
Eduardo Correia Amorim