SE OBSERVAR BEM A CHAVE DA MINHA GUITARRA, PERTO DO VOLUME DELA, VAI VER ESTÁ TOTALMENTE VIRADA P/ O LADO ESQUERDO. ESTAVA ASSIM PORQUE EU TINHA PARADO DE TOCAR SOLOS E ESTAVA TOCANDO, EM CANAL DISTORÇÃO UMA DAS MINHAS COMPOSIÇÕES NELA Hoje eu acordei como sempre as 9h da manhã com o Momento de Fé, só que como agora as sextas-feiras não tem tido aula lá na escola desde o começo do ano, cujo motivo eu ainda não sei qual é. Por causa disso eu acordei pensando que hoje era sábado, e por isso acabei dormindo novamente! Conclusão como o sono também estava forte, acabou que eu "perdi" boa parte do Momento de Fé. E só acordei com a minha mãe me chamando pra tomar café.
Depois do café é que eu não voltei mais a dormir, cheguei a me deitar novamente porque os olhos estavam ardendo, mas me levantei logo. Só fiquei deitado!
Mas na verdade eu estou é querendo contar sobre o meu dia de ontém quando fui paquerado por uma segunda vez, que eu não tive tempo pra postar e principalmente, porque eu não tinha fotos que combinassem com o que aconteceu, quando eu estava saindo abrindo o portão daqui do terreno pra vir aqui pra casa. Mas na verdade eu vou contar o meu dia de ontém todo.
Ontém eu como sempre acordei com o Momento de Fé, mas fiz as minhas orações junto com o Pe. Marcelo Rossi até as 10h, que foi a hora que eu já fui tomar café. As 11h:30min toquei um pouco o meu violão até as 12h, que foi quando eu fui rezar o terço e depois de rezar o terço, eu fui até o meu PC na casa de baixo e dei uma olhada na minha agenda e me lembrei através de um lembrete que eu havia deixado no início do ano passado na minha agenda, que eu me guiava através de um disco que pertencia ao meu avô. Só que na mudança lá pra baixo, como o meu pai estava com muita pressa de desfazer os nossos planos, que estavam tudo indo muito bem, até ele aparecer novamente. Por causa dessa pressa e correr com os meus móveis tirando as minhas coisas daqui de cima, eu acabei perdendo esse disco, no meio das minhas coisas que eu apenas joguei tudo correndo pra refazer logo a ligação pra pelo menos os meus PCs, o meu teclado e o rádio que eu ouvia o Momento de Fé lá em baixo funcionarem na decoração improvisada.
Mas isso não vem ao caso agora, o que eu quero falar é que como o disco estava perdido (cujo objeto eu não entro em detalhes por enquanto, por motivos particulares e medidas de prevenção). Só as pessoas que me conheçem pessoalmente sabem do que eu estou falando. Mas eu precisava dele e por isso fiquei desde as 13h de ontém até as 16h procurando ele mas não o achava em lugar algum. Procurei na minha mesa de cabeçeira que era do meu avô, nas coisas dele que eu guardo até hoje naquela gaveta, em ambas as gavetas da mesa do 386, em uma mala de segredos (códigos) que eu tenho embaixo da mesa do 386, e mesmo assim não achava, e por isso eu já estava ficando nervoso, principalmente depois reli novamente a agenda e notei através do modo de escrever, que eu tinha escrevido na época em que eu começei a ter convulções praticamente todos os dias aqui em casa depois que o meu pai voltou, e por isso não estava bem quando eu escrevi, ainda estava meio aéreo das crises! E me lembrei que ele voltou com essas idéias de girico dele nessa mesma época. O tel tocou e era a minha mãe me chamando pra almoçar, mas já falei pra ela que devido a eu estar um pouco aéreo naqueles dias, e o disco estar amassado, estava com medo de ter jogado ele fora sem perceber. A minha mãe me falou que achava que não porque essas coisas do meu avô eu não jogo fora fácilmente, e me falou que aqui embaixo do sofá que eu estou dormindo, enquanto eu estiver aqui na casa dela também tem algumas coisas minhas. Por isso quando terminei de almoçar eu fui logo olhar debaixo do sofá pra ver se eu encontrava o disco. Mas de coisas minhas mesmo só tinha uma pasta azul que é onde eu guardo a cartilha que eu repeti o C.A sem a Michele em 1987, com tel da casa da mãe da dela na cartilha, a cifra de uma música da IURD que eu estava procurando ela a muito tempo, desde quando foi feita a mudança e algumas das folhas rosa CHAMEX - A4 que eu usava só pra testar a minha impressora Lexmark, que nessas folhas eu só imprimia testes mesmo e depois jogava fora a folha. Só encontrei isso mesmo! Pelo menos acho que é só isso, porque teve sacos que eu nem consegui abrir. E desci já com as minhas coisas que eu já tinha achado e deixei no 386.
E fui procurar no unico lugar que eu ainda não tinha procurado, que também era a minha última esperança, que foi dentro da primeira gaveta da comoda que era do meu avô, onde fica o meu teclado. E graças a Deus achei o disco. Dei uma olhada no HD da minha mãe pra ver se eu podia ou não escrever usando ele, mas infelizmente não posso porque o HD dela já está muito carregado de back-ups, e pra ter uma noção do quanto ele está super carregado. Eu coloquei ele pra desligar e liguei o meu 386 também no MS-DOS entrei em uns arquivos meus, sai dos arquivos voltei pro Windows 3.1 dele dei o comando pra ele desligar também e os dois desligaram juntos. E era pro HD da minha mãe ter desligado muito antes de eu abrir os arquivos no 386. A impressão que deu é como se os computadores tivessem criado vida e combinado de se desligarem juntos *rsrsrsrs*
Depois disso a minha mãe e a Thamy deram uma saída, e eu fui tirar um cochilo até as 17h:45min pra eu começar a me preparar pra ir a escola. Quando o celular despertou as 17h:45min eu começei a me preparar pra ir a escola, tomei banho e finalmente pude raspar a barba, com a gilete que eu havia esquecido de comprar quando fui na Sendas com a minha mãe na terça-feira, mas quarta-feira me lembrei, só que como eu não podia ir porque eu ia colocar algumas das minhas coisas em dia na secretária da igreja, falei pra minha mãe comprar a minha gilete.
Terminei de me arrumar e as 19h fui pra escola. Não demorou muito, e logo apareceu uma Kombi. Mas quando entrei tava uma discução danada entre mãe e filha dentro da Kombi, que só vendo mesmo. Elas só pararam de discutir no meio da ladeira, mesmo assim não calavam a boca, e não falavam nada de útil. Tanto que como o Diogo o motorista da Kombi, viu que não tinha espaço pra ele colocar a Kombi dele na fila ao lado do ponto, as madames reclamaram dentro da condução que é por isso que não passa Kombi nenhuma, porque as Kombis só ficam paradas no ponto. Mas na verdade pelo menos "agora", eu não tenho nada do que falar deles, porque é super raro eu ficar esperando muito.
Geralmente nos meus horários de saída pra escola tem sempre uma chegando aqui, tanto que eu tenho um dos motoristas que é amigo da familia, como prova de que ano passado, eu desci uma semana inteira só com ele e no mesmo horário ás 17h. Tanto que eu, o motorista (conhecido por nós como Magrão) e o Sérgio (um kra que eu também conheço desde a minha faze de pré adolescencia) que normalmente ele sempre é o cobrador do Magrão, chegamos a comentar isso naquela semana mesma. Que estava fazendo uma semana que eu só descia com eles no mesmo horário!
Por isso pelo menos eu não tenho o que falar de demora e tenho a minha mãe mesma de prova também que é raro eu falar que fiquei esperando demais.
Sai logo daquela Kombi porque aquelas duas já estavam me dando nos nervos, tanto que nem dei boa noite ao Diogo como faço normalmente e fui logo pra escola. Eu só não vou de moto também que nem a minha irmã, por causa das convulções.
Quando sai da escada rolante no 2º piso me encontrei com o Fernando (um amigo meu da alfabetização), e fomos lá pra escola conversando e me perguntou o porque eu não estava aparecendo e contei sobre os noticiários dessa gripe H1N1 que é a tal da gripe suína. Chegamos a escola o Fernando foi pra sala dele e eu fui pra minha, mas ainda não tinha ninguém na escola, na minha sala só tinha o Sr. Azuir conclusão ficamos só eu e o Sr. Azuir conversando sobre uma questão que ele não se lembrou na hora e eu também não, ele ia ver em casa a resposta e eu também ia conferir aqui, só que eu não tive tempo pra conferir aquela resposta (procurando o disco do meu avô), por isso me guiei através dele. Depois de conferirmos a questão nº14 do livro, ficamos conversando sobre os alunos e ele com relação a Dora tá achando a mesma coisa que eu. Que ela ta muito devagar pra pegar as coisas! A Terezinha ta aprendendo, mas tem que se esforçar mais um pouco. Só a Edineuza é que ta se esforçando, quanto a mim ele nem fala porque eu lá dentro sou praticamente um professor também. Só que quando eu esqueço ou fico em dúvida se o que fiz está certo ou errado, eu aviso pra ninguém copiar de mim e nem me pedir conselho, porque eu não tenho certeza de nada. Agora quando eu faço com a certeza de que está certo, ensino também a quem não sabe e deixo que copiem. Só que ontém não foi como quarta que eu acertei muita coisa, ontém eu errei varias perguntas e também tive dúvidas, tanto que ontém eu ensinei, mas não foi tanto que nem quarta-feira.
Teve uma hora que cheguei a ter dúvida, mas logo em seguida matei a xarada e fiz tudo com certeza de que estava certo, a Terezinha me perguntou e como eu sabia ensinei a ela a resposta certa porque alguma coisa, me dizia que o Sr. Azuir também não ia saber fazer aquilo, por isso ensinei logo a todos. Ele chegou a colocar no quadro, mas estava colocando errado, foi quando o próprio livro também mostrou pra ele que o que ele estava fazendo estava errado. Foi quando ele deu ouvidos ao que eu estava falando pra ele, e pegou um caderno pra fazer os cálculos só que mesmo assim não conseguiu fazer o exercício, foi quando eu ensinei a ele também, e era justamente o que eu já tinha ensinado pras meninas e agora estava ensinando *rs* ao professor e foi quando ele falou pra mim, se relacionando somente a nós dois, que "é isso mesmo um ajuda o outro"!
E foi justamente isso que aconteceu, quando eu tive dúvida ele me ensinou e quando ele teve dúvida e eu sabia ensinei a ele. É por isso que em questão de conheçimento eu sou tratado lá como um segundo professor. Isto é segunda, quarta e quinta a sala da 3ª série fica sempre com 2 professores de matemática. O Sr. Azuir que é o verdadeiro professor e eu que sou um aluno que sempre que posso ensino junto com o Sr. Azuir, tudo o que eu já havia aprendido nas escolas anteriores.
As 21h:30min nós fomos liberados e acompanhei as meninas, quando iamos sair da rampa da Igreja no 1º piso, parei um pouco com elas pra me despedir também da Edineuza que vai viajar e vai ficar um bom tempo ausente da escola. Quando a Terezinha foi embora me despedi dela até segunda e a Dora ficou de me dar o tel do filho dela que é técnico de computador quarta-feira. Eu procurei me informar sobre o filho dela que é técnico de computadores, porque o Nei que é o técnico dos nossos PCs não aparece mais aqui. Por isso estou vendo se arrumo outro técnico e por enquanto só apareceu o filho da Dora.
Depois ela pegou um corredor pra ir embora e eu peguei o outro pra vir pro ponto das Kombis. Como sempre não enfrentei fila, e subi novamente com o Diogo quando cheguei aqui e saltei da Kombi é que o cobrador conseguiu o meu troco e eu pude ir pra casa.
Só que aconteceu um imprevisto muito grande, enquanto eu abria o portão daqui do terreno. Uma menina mulatinha e bonitinha que aparentava ter no máximo uns 19 anos, que estava sentada numas escadas do outro lado da rua me chamou. De inicio pensei que ela ia pedir informações ou coisa do tipo. Mas me enganei completamente!
Porque antes mesmo dela chegar perto de mim, eu já observei melhor o jeito que ela estava se aproximando, e já fiquei com um pé atrás porque me lembrei de quando eu fui paquerado aqui no portão do terreno ano passado, quando eu estava esperando uma Kombi passar só que naquele dia eu estava indo pra escola. Me lembrei que desceu uma garota com um grupo de meninas. Um fato já contado em um comentário no blog da minha mãe muito ressentemente, quando a minha mãe comentou no blog dela, que tinha sido paquerada.
E como parece que havia chegado a minha vez de ser paquerado novamente por uma segunda vez ontém. Quando observei o modo dela falar (cheia de vergonha) e andar se aproximando de mim (muito melindrosa), eu me lembrei completamente desse fato. Só que dessa vez como eu estava chegando da escola, fiquei um pouco na rua conversando com ela, e ela me perguntou se eu não podia ir fazer uma brincadeira com ela. Se fazendo de desentendido novamente perguntei a ela apenas que brincadeira era aquela que ela estava falando?
E ela me respondeu que era eu ir até a casa dela, ali em cima com ela! E teve uma hora que ela abaixou tanto o tom de voz dela, que quase não dava pra entender direito o que ela estava falava. Mas entendi ela mencionar uma brincadeira numa cama.
BINGO eu estava sendo paquerado aqui na rua por uma segunda vez!!! Só que como essa não me disse o nome dela e estava querendo logo aquilo, sem ao menos me conheçer. Por isso ela podia até ser bonitinha e novinha, mas eu cortei logo o papo porque agora eu tenho a Zu, e quando eu namoro eu sou muito fiél. Não sou esse tipo de homem que fica querendo ficar com duas ao mesmo tempo ou até fazem coleções de mulheres. Se eu to com uma namorada e estou sendo feliz, ai é que eu sou fiél mesmo a ela.
Mas falei pra essa garota que se ela quisesse somente amizade, isso tudo bem porque eu posso ser A M I G O. Mas só isso! Mas *rs* mantendo na minha mente digamos um plano de emêrgencia *rsrs*, que era caso ela tentasse passar de simples amizade, eu cair logo fora! E não ia querer ver ela na minha frente de novo. Enfim a amizade acabaria!!!
Porque quem me interessa mesmo agora é a Zu. E a minha pessoa não consegue trair uma namorada e nem quero saber disso. Por isso eu faço o mesmo que eu fiz com essa garota ontém. Digo logo que sou comprometido e que não posso!
E mesmo assim se eu não tivesse a Zu, primeiro eu ia começar a fazer amizade talvez no portão mesmo pra depois conheçer melhor ela, tudo direitinho e dependendo de como ela fosse, talvez eu começaria um namoro que nem fiz com a Zu atualmente.
É porque eu não sou dessa geração que só pensa em transa! Eu fui ensinado muito corretamente com relação a essas coisas.
Eu pensei que isso não fosse acontecer mais comigo, que só tinha acontecido ano passado e acabou, mas pelo jeito não!
E pelo jeito que ela me olhou quando eu disse que não podia, falando somente em amizade e que eu sou comprometido porque tenho uma namorada. Pelo jeito é mais umas dessas garotinhas que ficam se prostituindo por ai. Por isso eu acabei falando pra minha mãe, que pelo jeito ela não vale nem o dedo minimo do pé da Zu! Porque a Zu trabalha, estuda e ainda ajuda a mãe dela em casa, e essa quando cheguei da escola as 22h da noite, estava a toa na escada do outro lado da rua. Pesso perdão a Deus se eu estiver errado com relação a ela, mas foi a impressão que ela me passou até pelo modo de se vestir.
Quando terminei de cortar logo o papo com ela, desci aqui pra casa e contei pra minha mãe que eu estava no portão com uma garota, sendo paquerado por uma segunda vez!
De inicio essa paquera acabou me dando uma vontade louca de ouvir a voz da Zu, cheguei a ligar pra ela, mas quem atendeu o celular dela foi a minha sogra Dna. Celi. conversei um pouco com ela, e depois desligamos o tel e por causa da vontade louca que eu fiquei de ouvir a voz da Zuleika, tive uma ameaça forte que chegou a me deixar um pouco grogue e parece que a Dna. Celi mesma sentiu que eu estava nervoso e não estava bem. Coisa que deixou a ela um pouco preocupada comigo, tanto que quando a Zu chegou da faculdade, ela obrigou ela a ligar pra mim pra saber o que estava acontecendo comigo. E ela me ligou quando eu estava terminando de escrever o scrap pra ela, contando o que aconteceu e eu aproveitei que tinha passado a ameaça, e falei pra ela ligar o PC dela porque eu estava enviando o scrap pra ela contando que fui paquerado. E contei melhor ainda pelo tel! Enfim provei mais uma vez pra Zu que eu sou confiável!
E hoje quando fui acordado de manhã pela minha mãe pra tomar café, já acordei com mais disposição, "isso realmente deixa a gente com mais vontade de viver" a gente se sente vivo porque alguém nos nota, como a minha mãe comentou no blog dela, quando ela foi paquerada também. E viver com alegria! Da outra vez que fui paquerado, eu só não senti nada porque ainda estava muito iludido por causa do meu passado com a Michele.
Pelo jeito ser paquerado de vez enquanto faz bem a nós. Tanto que as fotos que eu estou tocando a minha Fender, são tudo inspiração vinda devido a paquera de ontém, e os as palavas da Zu.
Com relação ao meu dia hoje 28/08/09, eu nem tenho muito o que contar porque, o meu dia hoje foi me lembrando da paquera que tive no dia de ontém, o que me deu mais vontade de viver ainda como eu comento logo acima. As 12h eu rezei o meu terço, através da rede vida. Quando terminei de rezar o terço foi quando eu liguei a guitarra, e toquei com bastante vontade tanto que os meus solos de guitarra sairam todos bons. E depois que desliguei a minha Fender, fiquei postando o que aconteceu no dia de ontém, tendo como principal assunto a paquera que recebi a noite quando eu estava voltando da escola. Mas praticamente a postagem toda foi do dia 27/08/09 que foi quando a menina me paquerou novamente quando eu estava abrindo o portão do terreno.
Só que *rsrsrsrsrs* entre eu e a minha mãe a diferença é que ela recebeu paquerada estilo anos 60, 70, 80 e 90 e eu recebi contando com a do ano pasado, duas paqueradas da atualidade!!! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Saudações do GLADIADOR DA MIDI®


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